terça-feira, 17 de outubro de 2017

Tertúlia "Conversas Improváveis"


O Centro Humanitário de Évora da Cruz Vermelha Portuguesa​ encontra-se a desenvolver o projeto "Cuidar da Natureza | Cuidar da Mata", no âmbito da ação de VOLUNTARIADO JOVEM NA FLORESTA – JUVENTUDE ATIVA ​do IPDJ. ​I​remos promover a Tertúlia "Conversas Improváveis", desta vez com o tema "C​uidar da Na​tureza - Menos Ameaças, Mais Futuro, Um olhar sobre o nosso território", no dia 19 de Outubro, pelas 21h30, na "Oficina" (Rua da Moeda). ​Junte-se à conversa!​

Horário: 21h30
Evento: 19 outubro
Localização: Bar Oficina (Rua da Moeda)

SHE convida: The Flamenco Thief


​​Craig Sutton (The Flamenco Thief) toca guitarra acústica espanhola com um pedal Boss RC para misturar ritmos modernos com técnicas de Flamenco.
Os ritmos ocidentais, orientais e africanos permitiram-lhe ligar e construir amizades duradouras com pessoas de todo o mundo. Ele anima multidões em parques turcos, cozinhas alemãs, salas de estar sérvias, hospitais holandeses, capelas francesas e tantos locais maravilhosamente únicos.

Horário: 22h30
Evento: 18 outubro
Localização: Sociedade Harmonia Eborense

Nise – o coração da loucura de Roberto Berliner


O Dia Mundial da Saúde Mental comemora-se em Outubro. A SOIR Joaquim António de Aguiar associou-se à ASTE e à MetAlentejo para exibir 4 filmes em que os heróis são pessoas com doença mental. Porque é urgente destruir tabus e preconceitos. Porque estar doente não tem que significar estar só. Porque é preciso ouvir aqueles que estão na sombra.
​​
A psiquiatra Nise da Silveira (a atriz Glória Pires), uma das primeiras mulheres que se formaram em medicina no Brasil, concluiu o curso em 1926 numa turma de 147 homens. Em 1944 inconformada com os métodos de tratamento agressivos em uso na época – choques elétricos, lobotomia, insulinoterapia – cria a Seção de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Nacional. Com um método baseado no afeto e na execução de atividades ocupacionais, revolucionou o tratamento psiquiátrico no Brasil, sendo responsável pela criação da primeira clínica em regime de externato do país, a Casa das Palmeiras (1956). Foi também pioneira, no Brasil, na utilização de animais no tratamento psiquiátrico. A produção dos ateliês foi tão abundante que deu origem à coleção do Museu de Imagens do Inconsciente, hoje com mais de 370 mil obras.

​País: Brasil, 2015
M/ 16
Trailer: https://youtu.be/UeAUNvcM_xk

Horário: Sessões às 18h e 21h30
Evento: 18 outubro
Localização: Auditório Soror Mariana

"De Seda" pela Companhia de Dança Contemporânea de Évora


Um labirinto invisível habitado por uma bailarina, que gera transformação. 
Fios tecidos para amaciar o ar.
Onde fica a sua origem? Para que ponto se orientam? Que linhas provocam?
Um labirinto invisível habitado por uma bailarina, que gera transformação. Um dispositivo que se molda e afina, permitindo objetificar o espaço, o tempo e o som através da dança. Materializa, assim, o imaterializável.​
É proposto um jogo entre real e virtual, expresso na invisibilidade dos fios de seda e numa coreografia tornada imprevisível pelo próprio espaço. Um caminho de segredos e de magia estética, sonora e abstrata que paira no ar.

Horário: 21h30
Evento: 18 outubro
Localização: Teatro Garcia de Resende

Tango na Sociedade Harmonia Eborense


Estão convidados a assistir e experimentar Tango na Harmonia sob um formato de Classe/Conversa onde se falará da história deste estilo de dança, da sua origem à sua reinvenção com Piazzolla, do passo base, da razão do abraço, dos códigos de classe. Num formato informal orientado por Pablo Carlodalatri, atualmente a residir em Évora, compositor e amante do Tango num encontro com o propósito de criar regularidade no formato de aulas. Para os que quiserem experimentar não se esqueçam que o calçado preferencial tem sola de couro. Ou​ extra lisa para diminuir o atrito.
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Pablo Carlodalatri aprendeu tango em Buenos Aires, é membro da associação Silvia Dopacio, que reúne todos os artistas de tango de Buenos Aires. Escreveu as letras de aproximadamente 40 tangos entre 2003 e 2011, editou um CD, preparou 15 tangos com Gabriel Merlino. Fez vários shows no Café Tortoni e noutros lugares tradicionais da Rua Corrientes, acompanhou como professor de tango, Veronica Paz em Roma e Chieko em Buenos Aires no formato de aulas particulares.

Informação retirada daqui

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

domingo, 15 de outubro de 2017

Convento de Santa Mónica


Foi a primeira casa religiosa do sexo feminino da Ordem de Santo Agostinho, em Portugal, e teve seus primórdios no reinado de D. Fernando. No ano de 1380 duas virtuosas damas eborenses, Constança Xira e Maria Fernandes, moradoras próximo da igreja paroquial de S. Mamede, instituíram um beatério onde praticavam, juntamente com outras mulheres e donzelas, actos de muita virtude e religião. Construída, mais tarde modesta igrejinha que se dedicou a Santa Mónica e falecidas as fundadoras em cujo chão tiveram jazida, as sucessoras do recolhimento obtiveram no ano de 1421 a obtenção de votos sacros na Ordem de Santo Agostinho, com absoluta sujeição dos superiores da mesma Regra. 

Em 1541, após lamentável incidente com o Provincial Fr. André, provocado por reacções da observância monástica, o Geral da Ordem declinou afiliação da casa, que foi entregue à administração directa da Mitra, que lhe introduziu, pouco depois e sem problemas graves, a clausura determinada pelas actas do Concílio de Trento, em 1564, e em cujo seio se conservou até à extinção das Ordens Religiosas. Em 1571 passou à história com a crismação piedosa de Convento do Menino Jesus, em virtude de certos acontecimentos internos e devotos da Abadessa perpétua, D. Catarina de Sousa, atribuídos à célebre imagem do Deus Menino segurando a esfera celeste, que se conservava em sacrário dourado no coro da igreja. Secularizado no último quartel do séc. XIX breve entrou no abandono e consequente ruína. Todavia, a igreja só foi destruída nos princípios do século actual. 

Era um curioso exemplar de arquitectura manuelina, de fachada amparada por torrinhas cilíndricas rematadas com ameias quinhentistas e coruchéus cónicos, de uma só nave revestida de azulejos policromos, do tipo de tapete, do séc. XVII. Pitoresco pavilhão, de planta quadrangular e telhado de quatro águas, com aberturas de grilhagem mourisca, levantava-se no corpo do coro monástico. Perdido o templo, na derrocada desfez-se, também, o lanço oriental do claustro confiante com a construção. É esta parte do edifício a que oferece maior curiosidade artístico-arqueológica, pois conserva três restantes lanços antigos, embora de valores construtivos desiguais. O mais arcaico, a ocidente, bem contrafortado e de ogivas góticas, tem cinco tramos de arcos redondos apoiados em pilastras e colunas toscanas, de granito. As duas restantes galerias, desiguais e mais pobres de arquitectura, são ligeiramente posteriores. A do lado norte, com seis tramos de arcadas duplas, de volta abatida ou de meio canhão, protegidos por botaréus de alvenaria, é obra nitidamente popular mas muito curiosa. Foi beneficiada no ano de 1630. 

A sua abóbada conserva os artezões estrelados e painéis geométricos de estuque, decorados por cartelas engrinaldadas, laçarias e outros arabescos usados no fim do Renascimento e princípios do Barroco. Observam-se vestígios de pinturas murais, coloridas, nos intervalos das nervuras, que sofreram inúmeras caiações modernas. Neste corpo existe a Sala do Capítulo, nobre e vasta dependência de planta rectangular, dividida em sete tramos, coberta por tecto abatido de aranhiços encadeados, de aresta viva, abraçados por cordão emoldurado, de alvenaria, que envolve toda a construção. A porta de entrada, de jambas de granito, modestíssima tem, na padieira, gravadas as iniciais A. G. L. D. F. E. Toda esta parte da quadra oferece características dos finais do quinhentismo. Ainda, de mencionar, da época das religiosas agostinhas, subsistem algumas salas de abóbadas nervadas, nichos vazios, uma galeria com arcos de volta inteira, a ocidente, sobrepujada recentemente por varandim de arcaria abatida e a Portaria, composta de nobre salão de planta quadrangular, com alto pé direito e tecto apainelado ao gosto barroco, do séc. XVII, de nervuras apoiadas em mísulas de volutas rebocadas. 

No claustro também existiu, de merecimento, a Capela de N.ª S.ª do Rosário, revestida de azulejaria setecentista e de altar de talha dourada, decorado por raríssima série de painelinhos de esmaltes policromos, com cenas sagradas, indevidamente retiradas e hoje inlocalizáveis. Exteriormente, demolido o alpendre de três arcos e cúpula piramidal, do género e estilo do existente na fachada do extinto convento de Nossa Senhora do Carmo, ficou, deslocado do interior da portaria, o portado de mármore branco, com moldura simples e dintel ornamentado por volutas floridas sobrepujado por elegante vieira. Sotoposto tem a data: ANNO 1726. 

A silhueta do edifício, nesta frente principal, com seus gigantes de pedra aparelhada, em dois andares, oferece severo aspecto apenas atenuado pela brancura das empenas, que sofreram grave abalo e ruína durante o sismo de 1926. A cerca conventual, de área murada relativamente pequena, era delimitada ao norte-oriente pela horta dos Duques de Cadaval, e a ocidente com o outeiro público de S. Mamede, onde ficavam as oficinas e a porta da carruagem, zona que sofreu completa amputação, recente, do primitivo casario monástico, onde se incluía a grande Capela do Jordão, datada de 1781, com forro de azulejos barrocos e donde se retirou o conjunto escultórico do Baptismo de Jesus, actualmente reconstituído na igreja de S. Francisco. A parte central esteve ocupada, muitos anos, pela Escola Primária Oficial, Cantina Escolar e Escola do Grupo de Amadores de Música Eborense. 

BIBL. Pe. Manuel Fialho, Évora Ilustrada, ms. da Biblioteca Pública de Évora; Pe. António Franco, Évora Ilustrada, edição Nazareth, 1946, págs. 314-317; Gabriel Pereira, O Convento de Santa Mónica, in O Manuelinho de Évora, 1881. 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Cuca Roseta na Arena d'Évora


Horário: 21h30
Evento: 14 outubro
Localização: Arena D'Évora

​​Cuca Roseta é uma das mais aclamadas e aplaudidas vozes do fado da atualidade. Com uma carreira marcante, tem no seu percurso a produção dos seus trabalhos por alguns dos maiores nomes da história da música, como Gustavo Santaolalla (detentor de vários grammys e óscares) ou Nelson Motta. Com o seu último disco Riû, recebeu as melhores críticas nacionais e internacionais e realizou mais de duas centenas de concertos em Portugal e pelos quatro cantos do mundo, sempre com salas esgotadas.

Cuca Roseta chega finalmente a Évora - uma das cidades que mais queria cantar - e ao palco da Arena dÉvora. Cuca fará um percurso pelos maiores temas da sua carreira, apresentando igualmente alguns dos temas do seu novo disco. Cuca Roseta é sinónimo de modernidade sem nunca esquecer a mais profunda tradição fadista e a sua musicalidade é universal. Um concerto repleto de surpresas que não pode perder. ​

Informações Adicionais
Org: Câmara Municipal de Évora
Produtor: PG Booking - Agenciamento e Produção de Espetáculos, Lda
PREÇOS: 1ª Plateia – 17,50 € | 2ª Plateia – 15,00 € | Bancada – 10,00 €
PONTOS DE VENDA: Posto de Turismo, Teatro Garcia de Resende, Arena D’Évora, FNAC, WORTEN, CTT, El Corte Inglês, Bilheteira Online.

Postais Antigos - Vista da cidade (c. 1923)


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

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